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    TARCAST: Uma Taxonomia para Sistemas de Realidade Aumentada
    (The Eurographics Association, 2021) Pereira, José; Pereira, João; Lopes, Adriano
    O presente trabalho discute as definições de Realidade Aumentada (RA) mais comuns assim como a arquitectura de um sistema de RA típico e conclui pela necessidade de a expandir através de componentes que permitam uma interacção háptica com o ambiente aumentado. Em seguida propõe-se uma taxonomia para caracterização e classificação de sistemas de RA que permite compará-los em termos de tecnologias e metodologias utilizadas. A taxonomia proposta baseia-se no principio de que qualquer sistema de RA é potencialmente composto por seis subsistemas e selecciona os critérios de caracterização para cada um deles de acordo com taxonomias existentes. Finaliza-se descrevendo a ferramenta de suporte à utilização da taxonomia através da web, ferramenta esta que permite caracterizar um sistema de RA através de uma interface baseada em menus e consultar a informação assim disponibilizada.
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    VIDA: Visualizador Interactivo de Dados (biomecânicos) Aumentados
    (The Eurographics Association, 2021) Pereira, José Braz; Pereira, João M.; Veloso, António; Marcos, Adérito and Mendonça, Ana and Leitão, Miguel and Costa, António and Jorge, Joaquim
    Aborda-se o problema da construção e projecção de um modelo virtual tridimensional dos músculos de um atleta em movimento, nas sequências de vídeo captadas durante a execução desse movimento. Para a sobreposição de um modelo virtual do corpo humano, gerado em OpenGL com base nas posições tridimensionais de 21 juntas ósseas de um indivíduo, às sequências de vídeo do seu movimento, apresenta-se como solução o recurso a técnicas de reconhecimento de imagem e determinação da matriz de calibração da câmara através da Transformação Linear Directa Modificada.
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    Sistema flexível de realidade aumentada de baixo custo com base em projecção estereoscópica
    (The Eurographics Association, 2021) Silva, Fernando; Rodrigues, Nuno; Marcos, Adérito Fernandes; Ferreira, Manuel João; Coelho, António and Cláudio, Ana Paula
    A Realidade Aumentada usa a renderização de modelos de objectos para complementar informação numa cena física. Para conseguir este objectivo (atingir esta meta), esses modelos necessitam de ser referenciados aos objectos físicos que é suposto serem aumentados. Esta referenciação requer uma calibração dos dispositivos usados para a projecção das imagens aumentadas, assim como dos dispositivos usados para adquirir a informação 3D da cena física. No caso de o aumento de realidade incluir nova geometria, as imagens aumentadas deverão ser projectadas e visualizadas em estéreo, de modo que a cena composta resultante faça sentido. Usualmente, bons exemplos de realidade aumentada são muito caros e as soluções implementadas são rígidas. Neste artigo descrevemos uma arquitectura e a sua implementação como um sistema flexível e de baixo custo, para criação e projecção de realidade aumentada. Na secção final apontamos alguns desenvolvimentos futuros para este sistema, requerendo mais experimentação.
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    Utilização de Objetos Reais em Aplicações de Realidade Aumentada para Dispositivos Móveis: Aplicação de Advertainment
    (The Eurographics Association, 2021) Cardoso, Nuno; Rocha, Fábio; Moreira, Pedro Miguel; Branco, Pedro and Rodrigues, Rui
    A evolução das tecnologias de realidade aumentada e dos dispositivos móveis permitem que hoje em dia estes executem aplicações de realidade aumentada utilizando como padrões de reconhecimentos uma qualquer imagem a cores, substituindo o tradicional padrão a preto e branco. Neste artigo é apresentado um conceito de aplicação de realidade aumentada, com foco no 'Advertainment', utilizando produtos comuns do dia a dia. Tirando partido da presença do logotipo e da forma geométrica de um determinado produto podemos criar aplicações que utilizam estes fatores de forma mais ativa misturando-os com os elementos virtuais de modo a criar aplicações que inserem um elemento real no mundo virtual, criando uma nova experiência. Este conceito permite que uma aplicação de entretenimento tenha um cariz orientado à publicidade beneficiando a relação do utilizador com a marca. Este conceito é demonstrado através da descrição de um protótipo sobre os quais se realizaram experiências preliminares. Os resultados são promissores quanto à sua viabilidade e interesse.
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    Realidade Aumentada para Caça ao Tesouro em Larga Escala
    (The Eurographics Association, 2021) Fonseca, João; Felgueiras, Gilberto; Moreira, Pedro Miguel; Branco, Pedro and Rodrigues, Rui
    Este artigo apresenta e descreve a implementação de uma aplicação móvel que faz uso de dois sistemas de realidade aumentada para assistir o utilizador numa modalidade de cac¸a ao tesouro. Esta actividade lúdica, conhecida por geocaching, consiste na exploração e descoberta de artefactos, escondidos por todo o mundo pelos vários milhões de praticantes desta modalidade. Os dois módulos que compõem a aplicação, fazem uso das crescentes capacidade dos smartphones actuais, necessitando assim que estes possuam uma antena GPS e/ou uma ligação de internet móvel para obtenção das coordenadas da sua posição; e uma câmara para a captura de códigos de barras, que estarão nos items escondidos. Neste sentido, o uso de QR-Codes possibilita duas coisas, a obtenção de informação sobre o artefacto em si ou dos passos seguintes na cac¸a ao tesouro, e também a captura e detecção do seu padrão para apresentar assim esta informação no ecrã do smartphone, num sistema de RA.
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    Um Ambiente de Baixo Custo para Aplicações de Realidade Virtual e Aumentada
    (The Eurographics Association, 2021) Moreira, Paulo; Cruz, Mário; Dias, Paulo; Martins, Paulo; Gomes, Rui; Madeira, Joaquim; Cunha, Manuel Bernardo; Santos, Beatriz Sousa; Lopes, Adriano
    Apesar da sua crescente importância, as aplicações dos ambientes de Realidade Virtual e/ou Aumentada têm sido, de algum modo, ainda limitadas quer pelo custo das tecnologias que lhes são habitualmente associadas, quer pela inexistência de técnicas de interacção apropriadas. Nesta comunicação são descritos os esforços desenvolvidos para a criação de um ambiente de custo reduzido que permite a investigação e o desenvolvimento de aplicações em Realidade Virtual e Aumentada. A utilização de um ''Head-Mounted Display'' e de sensores de orientação e de aceleração, conjugados com ''toolkits'' gráficos de domínio público, permitiram o desenvolvimento da arquitectura de um primeiro protótipo e a rápida implementação de ambientes virtuais, bem como o teste de diferentes métodos de navegação. A posterior adição de uma câmara de vídeo passou a permitir, também, a criação de ambientes aumentados do tipo ''video see-through'' e com algum grau de interacção.
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    Sistema de Realidade Aumentada baseado em padrões rectangulares de dimensões desconhecidas
    (The Eurographics Association, 2021) Martins, José; Silva, Jorge; Sousa, António; Santos, Luís Paulo and Fonseca, Manuel João and Dias, Miguel and Jorge, Joaquim A. and Santos, Vítor
    Neste artigo é apresentado um sistema de realidade aumentada baseado no seguimento de padrões rectangulares de dimensões desconhecidas. O conteúdo do padrão a seguir pode ser um qualquer, desde que assimétrico. A partir de uma imagem que contenha o padrão, adquirida no início do processo, é possível calcular a sua razão de forma e gerar vistas frontais do mesmo que são, posteriormente, usadas na fase de seguimento do padrão. Apesar de nos testes efectuados terem sido usados apenas padrões sintetizados, o sistema desenvolvido tem potencial para vir a ser utilizado com padrões naturais.
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    Zarabatana, uma interface tangível para ambientes de entretenimento em realidade aumentada
    (The Eurographics Association, 2021) Dias, Miguel; Pocinho, António; Lopes, Adriano
    Este artigo descreve a construção de uma interface tangível para ambientes de entretenimento em realidade aumentada e mista, bem como de um jogo demonstrador da nova interface, designado por BlowPipe. O ambiente demonstrado disponibiliza ao utilizador um jogo imersivo, que tem lugar dentro de uma arena, um espaço de interacção em realidade aumentada e mista. Utilizando uma zarabatana física e dardos virtuais, possibilita-se a interacção com um cenário aumentado constituído por alvos em movimento. O objectivo do jogo é abater o maior número possível de alvos num determinado período de tempo. Discute-se a construção da interface tangível Zarabatana bem como a sua integração na Arena, no contexto do jogo BlowPipe.
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    Aplicações Interactivas em Realidade Aumentada
    (The Eurographics Association, 2021) Ricca, Paulo; Braga, Rui; Boas, Marta; Duarte, Vasco; Sousa, Marco; Coelho, João; Romero, Luís; Creissac Campos, José and Gonçalves, Daniel
    Este documento descreve duas aplicações de Realidade Aumentada onde são aplicados conceitos de interacção natural. A primeira utiliza um feixe de luz laser como instrumento principal de interacção para aumentar informação no meio ambiente. A segunda desenvolve um jogo educativo, direccionado para crianças em idade pré-escolar, cuja interacção se baseia em cubos para formar palavras. Em ambas a interacção processa-se de forma natural, sem recurso a dispositivos auxiliares. Ambas foram desenvolvidas por alunos no âmbito duma disciplina do curso de Engenharia da Computação Gráfica e Multimédia.
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    Adaptação de Simbologia em Realidade Aumentada
    (The Eurographics Association, 2021) Carmo, Maria Beatriz; Cláudio, Ana Paula; Ferreira, António; Afonso, Ana Paula; Montez, Edgar; Simplício, Raúl; Branco, Pedro and Rodrigues, Rui
    Em aplicações de Realidade Aumentada, quando a cor dos elementos gráficos, que são desenhados sobre uma imagem real, é semelhante à cor do fundo circundante, torna-se difícil identificar esses elementos. O ajuste dinâmico do aspecto dos símbolos (objectos virtuais), em função da cor do fundo, deverá permitir melhorar a legibilidade da informação a transmitir ao utilizador. O objectivo deste trabalho é identificar um conjunto de adaptações a aplicar aos símbolos que permitam realçá-los mas sem alterar a sua semântica. Neste artigo apresentamos o resultado de dois estudos que efectuámos. No primeiro, averiguámos as preferências dos utilizadores relativamente às seguintes adaptações dos símbolos: adição de um rebordo, ajuste da luminosidade da cor, aumento do tamanho, e alteração da cor dos caracteres no interior do símbolo. Os utilizadores preferiram maioritariamente a adição de rebordo e em segundo lugar o ajuste da luminosidade da cor. Tendo em atenção estes resultados, realizámos um segundo estudo para averiguar qual a variação mínima da luminosidade para que um símbolo se destaque da cor do fundo, cujo resultado indica cerca de 0.25 unidades do modelo HSV.