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Item Psicoterapia Georreferencia da com Dispositivos Móveis(The Eurographics Association, 2021) Sá, Marco de; Carriço, Luís; Faria, João; Sá, Isabel; Zurita, Gustavo; Baloian, Nelson; Pereira, Ricardo; Mealha, Óscar and Madeira, Joaquim and Tércio, Daniel and Sousa Santos, BeatrizO treino de competências sociais, como parte da psicoterapia, para crianças e adolescentes, requer que estes participem em actividades exteriores, nas quais têm que completar tarefas, tais como falar com alguém ou visitar um local especifico. De momento, a incapacidade, por parte dos terapeutas, de monitorizar os seus pacientes, promover esforços colaborativos e fortalecer atitudes positivas, é uma questão importante que afecta tanto o processo da terapia como os seus resultados. Neste artigo detalhamos a avaliação de um protótipo para um sistema colaborativo móvel e georreferenciado que suporta terapia de grupo in-situ. O sistema visa fornecer meios ao terapeutas, para monitorizar os seus pacientes, as suas localizações e os seus feitos, e inclui mecanismos de comunicação que facilitam a cooperação entre pacientes e terapeuta. Descrevemos o conceito por detrás do projecto, os protótipos de baixa fidelidade e os testes que foram levados a cabo para validá-los. São discutidos resultados e o é esboçado o trabalho futuro.Item Rumo a Interfaces Tácteis Acessíveis(The Eurographics Association, 2021) Guerreiro, Tiago; Nicolau, Hugo; Jorge, Joaquim; Gonçalves, Daniel; Mealha, Óscar and Madeira, Joaquim and Tércio, Daniel and Sousa Santos, BeatrizEste artigo apresenta uma avaliação efectuada a 15 utilizadores tetraplégicos com o objectivo de compreender as suas capacidades num conjunto de técnicas de interacção (Tapping, Crossing, Exiting e Gestos Direccionais) e respectivas parametrizações (posição, tamanho e direcção). Os resultados mostraram que para cada técnica a eficácia e precisão varia de acordo com as diferentes parametrizações. Regra geral, o Tapping (método tradicional) foi a técnica de interacção preferida e entre as mais eficazes. Isto mostra que é possível criar interfaces unificadas e acessíveis a utilizadores com e sem deficiências, caso existam métodos de parametrização ou adaptação apropriados.