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Item Utilização de Dados Fisiológicos na Avaliação de Aplicações Móveis(The Eurographics Association, 2021) Duarte, Luís; , Marco de Sá; Carriço, Luís; Mealha, Óscar and Madeira, Joaquim and Tércio, Daniel and Sousa Santos, BeatrizOs ambientes e aplicações móveis têm sido alvo de pesquisa extensiva, com foco nas questões de usabilidade e experiência de utilização. Métodos como gravação de video, Feiticeiro de Oz ou etnografia são amplamente usados para cobrir as referidas questões. Porém, estes métodos dependem de dados observacionais ou emoções expressas pelos utilizadores em situações pós-teste, que poderão não corresponder à verdade. A utilização de modalidades de interacção fisiológica é um tema que ganha ímpeto no qual sinais biológicos provenientes dos invidíduos são usados como meio de interacção com um sistema ou aplicação. Este tipo de interacção permite aos investigadores e programadores o acesso a dados que estariam ocultos caso utilizassem as técnicas de análise convencionais acima referidas. Este artigo descreve o uso destas técnicas de interacção em ambientes movies através do uso de um electrocardiograma portátil de forma a analisar o ritmo cardíaco dos utilizadores enquanto interagem neste contexto.Item Rumo a Interfaces Tácteis Acessíveis(The Eurographics Association, 2021) Guerreiro, Tiago; Nicolau, Hugo; Jorge, Joaquim; Gonçalves, Daniel; Mealha, Óscar and Madeira, Joaquim and Tércio, Daniel and Sousa Santos, BeatrizEste artigo apresenta uma avaliação efectuada a 15 utilizadores tetraplégicos com o objectivo de compreender as suas capacidades num conjunto de técnicas de interacção (Tapping, Crossing, Exiting e Gestos Direccionais) e respectivas parametrizações (posição, tamanho e direcção). Os resultados mostraram que para cada técnica a eficácia e precisão varia de acordo com as diferentes parametrizações. Regra geral, o Tapping (método tradicional) foi a técnica de interacção preferida e entre as mais eficazes. Isto mostra que é possível criar interfaces unificadas e acessíveis a utilizadores com e sem deficiências, caso existam métodos de parametrização ou adaptação apropriados.Item Cognimobile: Diferenças Cognitivas e os Dispositivos Móveis(The Eurographics Association, 2021) Oliveira, João; Guerreiro, Tiago; Nicolau, Hugo; Gonçalves, Daniel; Mealha, Óscar and Madeira, Joaquim and Tércio, Daniel and Sousa Santos, BeatrizEmbora dispositivos como os telemóveis assumam um papel cada vez mais importante na vida diária de muitas pessoas, estes continuam a apresentar dificuldades e restrições a populações com necessidades especiais. Os cegos e deficientes visuais em particular, privados de informação visual na qual a maioria dos dispositivos se baseia, necessitam de um esforço cognitivo suplementar na interacção com telemóveis. Apesar de existir interesse em perceber a importância de características humanas na interacção com tecnologia, existe uma grande lacuna no que respeita a estudos que relacionem capacidades cognitivas e o uso de dispositivos móveis por parte de deficientes visuais. Face ao esforço cognitivo superior, na ausência de visão, pretendem-se caracterizar os diferentes tipos de utilizadores de acordo com as suas capacidades cognitivas, de modo a permitir explorar diferentes métodos de interacção e, assim, criar soluções que se adeqúem ao perfil de cada um.Item Conjuntos de Gestos de Comando para Ferramentas de Desenho em Dispositivos sem Teclado(The Eurographics Association, 2021) Gomes, Tiago; Duarte, Carlos; Carriço, Luís; Neca, Joana; Reis, Tiago; Mealha, Óscar and Madeira, Joaquim and Tércio, Daniel and Sousa Santos, BeatrizA interacção gestual, sem teclado, em aplicações de desenho, apresenta restrições mais rígidas do que em outro género de aplicações baseadas em gestos. Tal acontece, principalmente, pela necessidade de eliminar a ambiguidade existente quando um gesto representa um comando ou faz, simplesmente, parte do que está a ser desenhado. Neste artigo, exploramos conjuntos de gestos alternativos capazes de lidar com este problema. O contexto é fornecido através do ponto inicial do gesto ou, em alternativa, através de múltiplos toques no ecrã. Este artigo apresenta os resultados de uma experiência concebida para comparar dois conjuntos de gestos.Item O Tacto e a Interacção Móvel(The Eurographics Association, 2021) Benedito, João; Guerreiro, Tiago; Jorge, Hugo Nicolau Joaquim; Gonçalves, Daniel; Mealha, Óscar and Madeira, Joaquim and Tércio, Daniel and Sousa Santos, BeatrizOs dispositivos móveis são normalmente desenhados para utilizadores sem qualquer tipo de deficiência. Consequentemente, o retorno táctil é muitas vezes negligenciado em detrimento de dispositivos esteticamente atractivos Mais, as soluções de acessibilidade são normalmente estereotipadas, encarando as deficiências através de uma perspectiva limitada. Em particular, os leitores de ecrã são usados por utilizadores cegos como forma de ultrapassar a incapacidade de receber retorno do dispositivo. Porém, estas soluções apenas resolvem alguns problemas existentes. Na cegueira, outras capacidades ganham uma maior relevância. Acima de tudo, o tacto desempenha um papel essencial quando se interage com teclados físicos. Para maximizar o desempenho destes utilizadores, é necessário ter um conhecimento mais aprofundado das suas capacidades. Neste trabalho propomos uma aproximação de compatibilidade utilizador-produto, tentando correlacionar a sensibilidade táctil dos utilizadores e exigências dos teclados, permitindo a criação de interfaces através de um desenho informado.